quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

pregador do papa fala sobre jesus.

Pregador do Papa: Leigo é protagonista no combate à secularização

Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha


Nós somos contagiados por Cristo, apesar de muitos ruídos do mundo contemporâneo que não nos deixa ouvir e seguir Jesus. Precisamos ter a coragem de aceitar Jesus, o seu evangelho e ser anunciadores Dele na comunidade, no trabalho, na família e na sociedade. O cristão não pode ficar paralisado e nem omisso no mundo. Não podemos ficar mornos diante da proposta de Jesus. Não podemos ser cristão e ficar misturado com as coisas do mundo que nos afastam e nos deixam longe de Deus e dos irmãos e irmãs.
Segue a pregação: Pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap., saúda o Papa Bento XVIO Papa Bento XVI e a Cúria Romana participaram nesta sexta-feira, 23, da quarta e última meditação ministrada pelo pregador da Casa Pontifícia, frei Raniero Cantalamessa, no itinerário de preparação para o Natal. O tema deste dia foi "Recomeçar do princípio". 'Prope est iam Dominus: venite, adoremus': O Senhor está próximo: vinde, adoremos", iniciou o pregador. Este último encontro finaliza a série de explanações feitas por Cantalamessa acerca das quatro grandes ondas evangelizadoras na Igreja Católica ao longo dos séculos, que se diferenciam não pelo conteúdo transmitido, mas sim pelos destinatários: os mundos greco-romano; bárbaro; o novo mundo, o continente americano. E quem é o novo destinatário que permite falar sobre uma quarta onda de evangelização, que está em curso nos dias de hoje? A resposta é: o mundo ocidental secularizado e, em alguns aspectos, pós-cristão. Essa preocupação já era abordada pelo Beato João Paulo II, mas é evidenciada particularmente no Pontificado de Bento XV(http://www.cancaonova.com/ ).I .
Da mesma forma que cada uma das ondas evangelizadoras precedentes tiveram suas próprias categorias de anunciadores - bispos, monges e frades, respectivamente -, também agora emerge uma nova categoria de protagonistas da evangelização: os leigos."Não se trata, evidentemente, do substituir-se de uma categoria pela outra, mas de um novo componente do Povo de Deus que se acrescenta aos outros, permanecendo sempre os bispos, com a cabeça - o Papa, os guias com autoridade e os responsáveis últimos pela atividade missionária da Igreja". Ainda que a essência do anúncio não mude, deve mudar o modo de apresentá-lo, as prioridades, os pontos dos quais partir na atividade de anunciar (http://www.cancaonova.com/ ).
"É preciso ajudar este homem a estabelecer um relacionamento com Jesus, fazer com ele aquilo que Pedro fez no dia de Pentecostes com as três mil pessoas presentes: falar-lhes de Jesus crucificado, a quem Deus ressuscitou. Aqueles que responderam ao anúncio se unirão, como naquela época, à comunidade dos crentes. Não se aceita Jesus com base na palavra da Igreja, mas se aceita a Igreja com base na palavra de Jesus", explica Cantalamessa. Ele indica que há um aliado neste esforço: o fracasso de todas as tentativas do mundo secularizado em substituir o kerygma - anúncio cristão - por outros "gritos" e "manifestos" (http://www.cancaonova.com/ ).
Para Cantalamessa, os leigos, de certa forma, são uma espécie de energia nuclear da Igreja sobre o plano espiritual. “Um leigo conquistado pelo Evangelho, vivendo junto aos outros, pode ‘contagiar’ outros dois. Este dois, outros quatro, e assim como os leigos cristãos podem não só ‘contagiar’ milhares de pessoas, também dentro do clero, milhares desses podem desenvolver um papel decisivo na difusão da luz benéfica do Evangelho no mundo”, salienta. Cantalamessa lembra que o Papa Bento XVI fala sempre sobre a importância da família diante desse protagonismo dos leigos. Para o Santo Padre, em meio a esse “eclipse de Deus”, a nova evangelização e as famílias cristãs são coisas inseparáveis (http://www.cancaonova.com/ ) .
E para quem pensa que falar de Cristo é falar de algo velho e ultrapassado, o pregador da Casa Pontifícia lembra que Jesus jamais será algo do passado, pois Ele vive ainda hoje no Espírito e na Igreja. “Se fossemos nós a nos fazermos contemporâneos a Cristo seria uma contemporaneidade somente intencional; se é Cristo que se faz nosso contemporâneo, esta é uma contemporaneidade real”, explica(http://www.cancaonova.com/ ) .
Um pensamento ortodoxo afirma “a história é uma memória alegre, que torna o passado mais presente do que quando foi vivido”. E, para Cantalamessa, esta frase não é um exagero. “Na celebração litúrgica da Missa, o evento da morte e ressurreição de Cristo se torna mais real para mim do que quando aconteceu para aqueles que assistiram de fato materialmente o evento, porque era então uma presença ‘segundo a carne’, agora se trata de uma presença ‘segundo o Espírito’ ”, elucida. Daqui a dois dias é Natal, e na Liturgia desta noite será proclamado: "Nasceu-vos hoje um Salvador, que é o Cristo-Senhor" (Lc 2,11.)“Sim, Cristo nasce hoje, porque Ele nasce realmente para mim no momento em que reconheço e creio no mistério. Façamos nossa a invocação feita pelo Santo Padre e repitamos com ele, de todo coração: ‘Veni ad salvandum nos' - Vem Senhor, e Salva-nos!", conclui frei Cantalamessa (http://www.cancaonova.com/ ).
O cristão é animado na Palavra de Deus e na participação da eucaristia que nos levam a uma vida nova que se traduz no compromisso de irmãos e irmãs para a transformação da realidade de morte para uma realidade de vida plena. Celebramos Jesus na vida e na missão. O mundo necessita de uma nova evangelização. A tecnologia não pode jamais esfriar a nossa fé. No natal, Deus vem até nós, por isso que devemos celebrar a bondade de Deus para conosco. Não podemos ficar correndo atrás do comercio sem esquecer do principal motivo da nossa festa que é Jesus, pois Ele nasce pobre com os braços abertos para dar o maior presente que é a sua vida para que todos tenham vida em abundância. Jesus é a luz do mundo que ilumina a todos. Amém
Jesus nasce para mostrar a todos que Deus nos ama. Não há mais escuridão, pois a luz brilhou na noite de natal para todos.

Bacharel em teologia José Benedito Schumann Cunha 23-12-2011

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