sexta-feira, 27 de abril de 2012

PAPA CORRIGE INTERPRETAÇAO SOBRE EUCARISTIA.


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Um cálice derramado por ''muitos'': muda a fórmula da Eucaristia

A carta de cinco páginas é dirigida à Conferência dos Bispos da Alemanha, mas diz respeito a todos os bispos, começando pelos italianos, que irão discuti-la na sua assembleia de maio. Bento XVI explica as razões pelas quais se deverá mudar a fórmula da Eucaristia na missa. Na última ceia, Jesus partiu o pão ("isto é o meu corpo") e depois tomou o cálice de vinho, e aqui, durante a missa, o sacerdote repete palavras que os fiéis sabem de cor: "Este é o meu sangue ... derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados". Só que, nos Evangelhos, não se lê "por todos". E o pontífice quer que se retorne às palavras de Jesus: "Derramado por muitos".

A reportagem é de Gian Guido Vecchi, publicada no jornal Corriere della Sera, 25-04-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O próprio papa lembra as referências textuais. No evangelho mais antigo,Marcos (14, 24), se lê upér pollôn. No de Mateus (26, 28), está escrito um análogo peri pollôn. Enfim, o "por muitos" é a tradução literal do texto original grego. Ausente em João, em Lucas (22, 19), há "por vós" (upér umôn).

A indicação já estava contida em um documento da Santa Sé assinado em 2006 pelo cardeal Francis Arinze. Mas ele encontrou resistências, daAlemanha aos EUA passando pela Itália. A expressão "por todos" foi introduzida depois do Concílio, com a reforma de Paulo VI, em 1969. O missal latino tinha pro multis.

O temor de muitos bispos era que se interpretasse a mudança como a exclusão de alguns da salvação, uma reação pré-conciliar. Assim, o papa escreveu aos bispos alemães, esclarecendo que as coisas não são de fato assim: a "universalidade" da salvação não se discute, mesmo que São Paulo escreva que Jesus "morreu por todos". O sentido não muda: nos anos 1960, lembra, os exegetas justificavam a passagem para "por todos" citando Isaías 53 ("o justo, meu servo, justificará a muitos") e dizendo que "muitos" é "uma expressão para judaica para dizer a totalidade".

Só que Jesus usa "muitos". É preciso se proteger de traduções "interpretativas" que levaram a "banalizações" e a "autênticas perdas", escreve: "Percebo que, entre as diversas traduções, às vezes é difícil encontrar o que as une, e que o texto original é muitas vezes reconhecível apenas de longe". Uma questão de "fidelidade" à "palavra de Jesus" e às Escrituras.

O papa convida, portanto, a preparar padres e fiéis: "Fazer antes a catequese é a condição fundamental para a entrada em vigor da nova tradução". A sua própria carta, como uma catequese, dá voz às dúvidas ("Cristo não morreu por todos?", "Trata-se de uma reação que quer destruir a herança do Concílio?") para desfazê-las.

Na Itália, se continua dizendo "por todos". mas logo a CEI [Conferência Episcopal Italiana] irá concluir a discussão sobre o novo missal. Os temores não faltam, mas um grande teólogo como o bispo Bruno Forte explica: "O problema não é teológico, mas sim pastoral. O papa lança luz sobre o fato de que a redenção objetiva, por todos, passa através da adesão livre de cada um. Dizer 'por muitos' não exclui, mas, ao invés, exalta a dignidade e o consentimento humano. No entanto, as pessoas estão acostumadas a 'por todos': por isso, diz o papa, a mudança deve ser feita depois de uma longa catequese que leve a entender o seu valor".

VISITA DE DOM FERNANDO A PAROQUIA SANTO AMARO EM JABOATAO


Dom Fernando inicia Visita Pastoral à Paróquia de Santo Amaro

Uma recepção calorosa. Foi assim que começou nesta sexta-feira, 27, a Visita Pastoral à Paroquia de Santo Amaro, em Jaboatão dos Guararapes. Debaixo de sol forte, centenas de fiéis acolheram com alegria o arcebispo de Olinda e Recife, dom Antônio Fernando Saburido, e a comitiva responsável pela visita. Depois de cumprimentar e tirar fotos com alguns paroquianos, dom Fernando seguiu em caminhada até a igreja matriz.

O arcebispo, juntamente com o administrador paroquial de Santo Amaro, o frei Damião Silva, e outros religiosos presentes, aproveitaram o momento dentro do templo para recitar a Oração do Ângelus. Em seguida, dom Saburido explicou brevemente o sentido da Visita Pastoral. O pastor da Igreja de Olinda e Recife se mostrou entusiasmado com a visita.

A programação segue durante à tarde. Às 15h, haverá o encontro com as autoridades e lideranças religiosas do município. Logo depois, a partir das 16h, será a vez do Conselho Missionário Paroquial (Comipa) se reunir com o arcebispo. Os jovens reeducandos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) foram lembrados e além de receberem o arcebispo participarão de uma celebração no final da tarde.

À noite, a educação será tema de debate entre autoridades religiosas e os educadores de Jaboatão dos Guararapes. O encontro está marcado para às 19h30, na sede do sindicato dos professores do município.

A Visita Pastoral à Paróquia de Santo Amaro segue até o próximo domingo, dia 29. Na programação estão previstas reuniões, encontros e momentos celebrativos de profunda espiritualidade.
Da Assessoria de Comunicação AOR

Selo comemora processo de canonização de Frei Damião


Selo comemora processo de canonização de Frei Damião

O processo de beatificação e canonização de Frei Damião, no Vaticano, em Roma, deverá ficar pronto dentro de dois anos. A previsão foi dada pelo frei Jociel Gomes, religioso que está responsável pela causa no Brasil. O NETV 2° Edição mostrou que, nesta quinta-feira (26), em uma sessão da Câmara de Vereadores do Recife, foi lançado um selo em homenagem ao missionário.

Nascido na Itália, Frei Damião dedicou à vida às missões religiosas. Foram 66 anos de santas missões, percorrendo as cidades do Nordeste, ouvindo confissões, fazendo sermões. Ele tinha graves problemas respiratórios, foi internado várias vezes e, em 31 de maio de 1997, aos 98 anos, morreu. O corpo foi velado na Basílica da Penha, no Recife.

Durante três dias, uma multidão fez fila pra se despedir. Houve missa solene no Estádio do Arruda. Depois, em clima de muita emoção, aconteceu o sepultamento na Capela de Nossa Senhora das Graças, ao lado do Convento de São Félix, no Pina, onde Frei Damião viveu os últimos anos.

O Convento recebe gente de todo o Nordeste, todos os dias. Independentemente de missa ou data comemorativa, as pessoas vêm orar, fazer promessas, agradecer. A dona de casa Helena Diniz veio de Nova Floresta, na Paraíba, visitar o lugar. Ela acompanhou várias missões de Frei Damião e conhece várias histórias de fé.

“Teve uma senhora, que tinha uma menina aleijada. Ela não andava, era paralítica mesmo. A mãe já tinha perdido a esperança que ela ia volta a andar, mas tinha fé que frei Damião ia curar a filha. As pernas dela eram encolhidas, aí [Frei Damião] sentou ela no chão e disse que ela não se preocupasse, pois ia voltar a andar. Ele passou a mão no joelho dela e até hoje ela anda”, contou Helena.

Canonização
Mas, uma coisa é a fé do povo, outra coisa é o entendimento da igreja. Não bastam relatos de milagres nem a fama de santidade. É preciso a causa de beatificação e canonização ser aprovada no Vaticano. A de Frei Damião foi oficialmente aberta em 31 de janeiro de 2003. Ele já é considerado servo de Deus. Depois, vêm as outras etapas: venerável, beato e, por último, santo.
A fase diocesana do processo inclui documentos e depoimentos sobre a vida e as virtudes do religioso. Três mil páginas já foram reunidas em uma espécie de dossiê, que vai ser levado pelo frei Jociel Gomes para Roma, em junho.

“Tudo que nós tínhamos de fazer aqui, na Arquidiocese, já estamos concluído. E, em Roma, já me deram uma grande alegria ao dizer que, em torno de dois anos, a Santa Sé nos dará uma resposta. É a minha esperança e a do povo nordestino. Sempre digo que, no coração do povo do Nordeste, frei Damião já tem um altar, mas isso precisa ser reconhecido oficialmente pela Santa Igreja”, explicou.

Selo
Nesta quinta (26), foi lançado, na Câmara Municipal do Recife, um selo comemorativo ao processo de beatificação e canonização de Frei Damião. A tiragem foi de 2.412 unidades, uma edição especial. “É uma homenagem que nós faremos para a fé do povo nordestino e brasileiro”, comentou o vereador Aerto Luna (PRP), autor da proposta do selo comemorativo.

Com a presença de vários religiosos, houve uma sessão solene, antecipando as homenagens pelos 15 anos de morte daquele que foi considerado o missionário do Nordeste. “Essa homenagem é mais um instrumento que vai reforçar esse processo de canonização de Frei Damião e mostrar para a população recifense, sobretudo para a comunidade católica jovem, a importância que teve o Frei na condução da evangelização da palavra de Deus, não só na Arquidiocese, mas no Nordeste inteiro”, lembrou o vereador Josenildo Sinésio (PT), autor da proposta da sessão solene.
Fonte: G1 Pernambuco
Foto: Blog Rádio Jornal

A Igreja Católica proibiu a leitura da Bíblia?


A Igreja Católica proibiu a leitura da Bíblia?
                            CATEGORIA: PROTESTANTISMO
É praxe da apologética desonesta protestante, se valer de fatos históricos distorcidos e adulterados, no intuito de angariar alguma prova que incrimine a Igreja Católica de algo. Não é diferente em relação as Sagradas Escrituras, eles se valem de contextos históricos determinados pra dizer que a Igreja Católica proibiu a leitura da Bíblia.
Não há nada mais estúpido do que pensar que algum dia a Igreja já tenha proibido a leitura da bíblia por algum motivo, logo ela que preservou os textos Sagrados até os dias de hoje para que os mesmos protestantes que hoje a carregam debaixo do “suvaco”, venham acusá-la descaradamente.


A Igreja sempre estimou as Sagradas Escrituras como fonte de fé e a reserva um lugar especiacialíssimo. A leitura pública da Bíblia sempre foi usada nas celebrações e nos Sacramentos, especialmente na Missa, tudo na vida da Igreja é voltado para as Sagradas Escrituras juntamente com a Sagrada Tradição, essas duas juntas, formam toda a fonte de fé revelada da Igreja.
O cuidado na leitura da Bíblia
Em determinadas circunstancias históricas as autoridades eclesiásticas tiveram que a vigiar sobre o uso da Bíblia, especialmente na Idade Média.
A heresias dos Cátaros ou Albigenses, que abusavam da Bíblia, obrigou os padres dos concílios regionais de Tolosa (1229) e Tarragona (1234) a proibir provisoriamente aos cristãos a leitura da bíblia, para não serem enganados. Mas isso duro muito pouco tempo e se restringiu a leituras de textos vernáculos que não tivessem aprovações eclesiásticas.
O católico deve estar atento que estes dois concílios são os dois principais usados pelos hereges para dizer que a Igreja proibiu a leitura da bíblia. Devemos ter em mente que estes dois concílios são regionais, logo não tem efeito sobre toda a Igreja e se restringiram as regiões onde foram realizados, ou seja, a leitura na lingua vernácula não foi permitida somente onde estava se propagando a heresia dos cátaros.
Pra refutar esta idéia protestante, vamos a alguns testemunhos de alguns autores protestantes,  portanto acima de qualquer suspeita, que derrubam esta falsa tese criada pelo próprio protestatismo:
“O Catolicismo Romano tem um grande respeito pela Escritura como fonte de conhecimento. . . Na verdade, as declarações oficiais da Igreja Católica Romana sobre a inspiração e inerrância das Escrituras satisfariam o mais rigoroso fundamentalista protestante.” [1]
“Nunca houve um momento na história da Igreja ocidental durante a Idade ‘negra’ ou 'Média', que as Escrituras fossem oficialmente rebaixadas. Pelo contrário, eles foram consideradas infalíveis e inerrantes, e foram mantidas na mais alta honra.” [2]
“Da mesma forma que os papas, Concílios, teólogos, sempre recorreram ao argumento bíblico como o realmente fundamental, a prática dos grandes escritores espirituais de todas as épocas atesta o carácter plenamente tradicional de uma devoção baseada na Bíblia. . . O mesmo aconteceu com os grandes mestres da Idade Média. . . Não só eles conheceram a Bíblia, e fizeram uso abundante dela, mas eles se guiaram nela como em um mundo espiritual que formou o universo habitual de todos os seus pensamentos e sentimentos. Para eles, não era simplesmente uma fonte, entre outras, mas a fonte por excelência, em um sentido único. . .
Não só com a aprovação da hierarquia, mas pela insistência positiva e enfática do próprio Papa, houve um retorno geral ao estudo minucioso das Escrituras, que foi restaurada, não só como base, mas como a fonte, de todos os ensinamentos da teologia.” [3]
Caso isso não fosse verdade, qual o interesse desses protestantes em mostrar que a Igreja sempre estimou e sempre insetivou o estudo das Sagradas Escrituras?  Mais uma vez mostramos protestantes refutando as próprias mentiras protestantes.
Em 1408 o sínodo regional de Oxford, por causa dos erros de J. Wicleff, proibiu as edições da S. Escritura que não tivesse aprovação eclesiástica por que os hereges estavam novamente deturpavam o texto sagrado.
Fica claro que a Igreja não proibiu a leitura da bíblia, mas a leitura de edições deturpadas da bíblia, como faz ainda hoje. Já postamos algumas matérias aqui no site que podem ser lidas aqui (Sola Scriptura Adulterada), onde mostramos as várias deturpações que ocorrem nas edições protestantes. Se hoje com todas as fontes de informações, facilidades de várias versões, os textos gregos amplamente divulgados, já acontecem essas adulterações e deturpações, imagine em um tempo onde pouquíssimos sabiam ler e poucos ainda sabiam traduzir um texto. Não foi corretíssima essa atitude dos bispos no intuito de preservar os fiéis dessas aberrações?
Estas medidas nunca visaram impedir a propagação das Sagradas Escrituras. Por exemplo, na Alemanha, o primeiro livro a ser impresso da História foi uma Bíblia, que foi impressa por Gutenberg,  e foi a bíblia em 2 volumes (1453-1456). Até 1477 saíram cinco edições da bíblia em alemão; de 1477 à 1522 houve nove edições novas (sete em Ausburgo, uma em Nurenberg e uma em Estrasburgo); de 1470 a 1520 apareceram 100 edições de “plenários”, ou seja, livros que continham as epistolas e os evangelhos de cada domingo. Isto mostra de forma claríssima como a Igreja estava longe de querer, a proibição da leitura da bíblia.
Na Itália, houve mais de 40 edições da Bíblia antes da primeira versão protestante aparecer, começando em Veneza em 1471 e 25 delas foram traduzidas em italiano antes de 1500, com a autorização expressa de Roma. Na França haviam 18 edições antes de 1547, a primeira foi impressa em 1478. A Espanha começou a publicar edições no mesmo ano, e emitiu Bíblias com a plena aprovação da Inquisição espanhola (é claro que dificilmente se pode esperar que os protestantes acreditem nisto). Na Hungria, até o ano de 1456, na Boêmia no ano de 1478, na Flandres antes de 1500, e em outras terras, sobre a jurisdiçào  de Roma, sabemos que as edições das Sagradas Escrituras tinha sido dadas largamente ao povo. Em suma de 626 edições da Bíblia,  198 eram em lingua vernácula, e haviam sido emitidas a partir da invensão imprensa, com a sanção e aprovação da Igreja, nos países onde ela reinou suprema, antes da primeira versão protestante das Escrituras sonhar em ser traduzida.  O que, então, torna-se uma ilusão patética, as argumentações protestantes de que o herege Lutero proporcionou alguma coisa para o mundo em relação a bíblia.  (GRAHAM, 1939)
No século XVI, quando Lutero e os seus discípulos fizeram da Escritura a “única fonte de fé”, donde manipulavam e retiravam suas inovações doutrinárias, os bispos da Igreja Católica novamente foram obrigados a tomar medidas necessárias para que o povo católico não fosse enganado pelas novas edições da Bíblia protestante. Por exemplo, Lutero quando traduziu a Bíblia para o Alemão, acrescentou várias palavras que não se encontravam no original grego como em Romanos 3, 28, em que ele diz que o “homem é justificado somente pela fé”: a palavra somente não se encontra no original grego. Esta palavra foi acrescentada para fundamentar os seus delírios e sua incompreensão da obra salvifíca divinda, alterando assim a Palavra de Deus. O texto grego nos mostra:
Λογιζόμεθα οὖν πίστει δικαιοῦσθαι ἄνθρωπον (Rom 3, 28)
Em nenhum lugar vemos a palavra somente, que no grego seria μόνον,  presente no texto. De fato o homem é justificado pela fé, mas não somente por ela, São Tiago vem nos mostrar que as boas obras também nos justificam:
“Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé.” (Tiago 2, 24)
A bíblia refuta sumariamente a tradução falsificada de Lutero, bem como a sua doutrina de Justificação somente por fé. Esta mesma passagem de Tiago, levou Lutero rejeitar também este livro por ser incompatível com sua doutrina, assim como ele fez com vários outros livros ao seu bel prazer.
Isto obrigou a Igreja Católica a restringir o uso das versões bíblicas vernáculas não autorizadas. Por isso, o Papa Pio IV, em 24 de Março de 1564, a bula “Dominici grecis” (Regra 4ª), determinou que o uso de traduções vernáculas da Sagrada Escritura ficava reservado aos fiéis a juízo do respectivo bispo ou de algum oficial com o proveito, para a sua fé e piedade. Em Portugal, os reis católicos, fiéis à Igreja, já haviam antecipadamente tomado essas medidas. (AQUINO, 2009)
As restrições eram apenas para as traduções vernáculas, ficando o texto latino da vulgata de uso livre para todos os fiéis. Não há dúvida, no século XVI, período de confusão religiosa e de inovações protestantes, mais ou menos subjetivas, a leitura da bíblia podia construir perigo para os fiéis não preparados.
Após esta fase, os Papas voltaram a estimular a leitura da Bíblia. Pio VI (1775-1799) escreveu ao arcebispo A. Martini, editor de um tradução italiana do texto bíblico, numa época em que os católicos ainda hesitavam sobre a oportunidade de tal obra:
“Vossa excelência procede muito bem recomendando vivamente à leitura dos Livros Sagrados, pois são fontes particularmente ricas, às quais cada um deve ter acesso. ”
São Pio X (1903-1914) em carta ao cardeal Casseta declarou :
“Nós, que tudo queremos instaurar em Cristo, desejamos com o máximo ardor que nossos filhos tomem o costume de ler os Evangelhos, não dizemos freqüentemente, mas todos os dias, pois é principalmente por este livro que se aprende como tudo pode e deve ser instaurado no Cristo… O desejo universalmente esparso de ler o Evangelho, provocado por vosso zelo, deve ser secundado por Vós, na medida em que se aumentar o número dos respectivos exemplares. E Oxalá jamais sejam propalados sem sucesso! Tudo isso será útil para dissipar a opinião de que a Igreja se opõe à leitura da Escritura Sagrada em língua vernácula ou lhe suscita alguma dificuldade” (Revista PR, Nº 11, Ano 1958, Página 452).
Muitas outras citações poderiam ser paqui colocadas. Se o  leitor desejar mais algumas provas é convidado a ler o documento do Vaticano II "Revelação Divina", e as encíclicas papais de Leão XIII (1878-1903): "Sobre o estudo da Sagrada Escritura" (Providentissimus Deus - 1893), e Pio XII (1939-1958): "Promoção de Estudos Bíblicos" (Divino afflante Spiritu - 1943). Estes são encontrados às vezes no início de Bíblias católicas, e pode ser facilmente localizados na internet e no site Oficial do Vaticano.
BIBLIOGRAFIA
[1] BROWN, Robert McAfee, The Spirit of Protestantism, Oxford: Oxford Univ. Press, 1961, 172-173
[2] TOON, Peter, Protestants and Catholics, Ann Arbor, MI: Servant Books, 1983, 39)
[3] BOUYER, Louis, The Spirit and Forms of Protestantism, translated by A.V. Littledale, London: Harvill Press, 1956, 164-165
GRAHAM,  Henry G. Where We Got the Bible, St. Louis: B. Herder, revised edition: 1939.
ARMSTRONG, Dave.  Was the Catholic Church an Avowed Enemy of Scripture in the Middle Ages (or at any other time)?  Disponível em : < http://socrates58.blogspot.com.br/2006/08/was-catholic-church-avowed-enemy-of.html> . Acesso em 23/04/2012.
AQUINO, Felipe. Ciência e Fé em Harmonia. São Paulo: Editora Cleofas, 2009.
PARA CITAR

RODRIGUES, Rafael. A Igreja católica proibiu a leitura da Bíblia? Disponível em <http://www.apologistascatolicos.com/index.php/apologetica/protestantismo/516-a-igreja-catolica-proibiu-a-leitura-da-biblia>. Desde 23/04/2012

SEGUNDA, 23 ABRIL 2012 12:17
RAFAEL RODRIGUES
ACESSOS: 157