segunda-feira, 6 de maio de 2013

Os mensaleiros querem substituir o juiz que cumpriu a lei por um bandeirinha de confiança


João Paulo Cunha

03/05/2013
 às 18:24 \ Direto ao Ponto

Os mensaleiros querem substituir o juiz que cumpriu a lei por um bandeirinha de confiança

Sempre com a ajuda de padrinhos poderosos, advogados que calculam honorários em dólares por minuto e comparsas infiltrados nos três Poderes, os quadrilheiros do mensalão lutam contra a verdade e a Justiça desde meados de 2005, quando foi escancarada a grande roubalheira. Durante oito anos, como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, fizeram de conta que nada havia a julgar. O mensalão só existira na imaginação da imprensa golpista e nos sonhos da oposição mais delicada do planeta, recitaram de meia em meia hora os inimigos jurados do Estado Democrático de Direito.
Atropelados pela denúncia da Procuradoria Geral da República e pela abertura do processo no Supremo Tribunal Federal, os meliantes cinco estrelas e seus parceiros valeram-se de um vasto repertório de trapaças, chicanas, pressões e ameaças para, primeiro, adiar o julgamento e, depois, evitar que chegasse ao fim. Tentaram tudo. Perderam todas. Os culpados foram punidos. Os chefes do bando descobriram que há vagas na cadeia também para a turma do “sabe com quem está falando?”
Mas ainda não acreditam que todos são iguais perante a lei, confirmam as manobras recentes da turma à espera do camburão. Principais reforços do esquadrão de Tremembé para a temporada de 2013, craques como José Dirceu, João Paulo Cunha e José Genoino ainda procuram cair fora do campeonato nacional dos presidiários. A última jogada foi reivindicar a troca do relator do processo: em vez de Joaquim Barbosa, preferem um ministro mais generoso. Um Ricardo Lewandowski seria o ideal. Mas aceitam um Dias Toffoli.
É como se um time já derrotado quisesse, a dois segundos do fim da prorrogação, expulsar o juiz e entregar o apito a um bandeirinha de confiança. Haja cinismo.

Misturinha que tira cheiro de tudo


Umbelina Lima compartilhou a foto de Braganca Terra Querida.
Misturinha que tira cheiro de tudo
Segue receita da misturinha que tira cheiro de tudo , absolutamente tudo, e limpa tecidos, desamarela, perfuma o ambiente.

1 LITRO DE ÁGUA + 1/2 COPO VINAGRE DE ÁLCOOL + 1 COL. SOPA BICARBONATO SÓDIO + 1/4 COPO DE ÁLCOOL + 1 COL. SOPA AMACIANTE.

Dica: como o vinagre e o bicarbonato efervescem usados juntos, procure fazer a mistura num recipiente grande para depois colocar no frasco menor e na seguinte ordem:

1 - água
2 - álcool
3 - bicarbonato
4 - vinagre
5 - amaciante

Borrife sobre tecidos em geral: sofás, almofadas, caminhas de cachorro, cortinas, travesseiros, cobertores, roupas...além de tirar maus cheiros deixa o perfume duradouro do amaciante.

Pode ser usado como aromatizador de ambiente, neste caso acrescente umas gotinhas de sua essencia preferida no lugar do amaciante. Captura odores e perfuma.

Se quiser uma limpeza profunda lave o objeto com a mistura, sem medo de estragar qualquer tecido, pelo contrario, o vinagre reaviva cores, o bicarbonato limpa profundamente, o amaciante amacia as fibras e o álcool faz tudo secar mais rápido.

Como limpa carpet não tem igual!!!

Tira cheiro de chulé dos tenis, de mofo das roupas (muuuuito melhor que o Shout!!), de cachorro, de xx de cachorro, de vômito das crianças...

Pegou um cachorro no colo ou um bb vomitou no seu colo e ficou fedido bem na hora de sair? Espirre a misturinha num pano que não solte pelo (uso o Duramax) e passe na roupa, ou espirre diretamente na roupa e tire o excesso. Pronto!

Experimente limpar os estofados e teto do carro, principalmente quem fuma no carro, vc não vai acreditar no resultado, limpa e desamarela o teto sem muito esforço.

Também pode limpar bancadas, interior de armários, pisos...enfim, tudo!

Vc pode variar o cheiro, e usar sem cheiro nenhum na cozinha.

Gosto muitissimo do amaciante concentrado Comfort erva doce e aloe vera, o cheiro é maravilhoso.

Sugiro não exagerar nos compostos. Bicarbonato demais vai deixar resíduos, amaciante demais deixa meio ensebado e vinagre demais deixa o cheiro de vinagre.

Aqui em casa sempre tenho um recipiente de 1 litro em spray com a misturinha para borrifar e se quiser passar no chão pra limpar com o rodo mágico abro o recipiente e jogo direto no chão.

Passe adiante, só conservamos o que temos dividindo-o com os outros






















Misturinha que tira cheiro de tudo



Segue receita da misturinha que tira cheiro de tudo , absolutamente tudo, e

 limpa tecidos, desamarela, perfuma o ambiente
.
1 LITRO DE ÁGUA + 1/2 COPO VINAGRE DE ÁLCOOL + 1 COL. SOPA 

BICARBONATO SÓDIO + 1/4 COPO DE ÁLCOOL + 1 COL. SOPA AMACIANTE.

Dica: como o vinagre e o bicarbonato efervescem usados juntos, procure fazer 
a mistura num recipiente grande para depois colocar no frasco menor e na seguinte ordem:

1 - água
2 - álcool
3 - bicarbonato
4 - vinagre
5 - amaciante

Borrife sobre tecidos em geral: sofás, almofadas, caminhas de cachorro, cortinas, travesseiros, cobertores, roupas...além de tirar maus cheiros deixa o perfume duradouro do amaciante.

Pode ser usado como aromatizador de ambiente, neste caso acrescente umas gotinhas de sua essencia preferida no lugar do amaciante. Captura odores e perfuma.

Se quiser uma limpeza profunda lave o objeto com a mistura, sem medo de estragar qualquer tecido, pelo contrario, o vinagre reaviva cores, o bicarbonato limpa profundamente, o amaciante amacia as fibras e o álcool faz tudo secar mais rápido.

Como limpa carpet não tem igual!!!

Tira cheiro de chulé dos tenis, de mofo das roupas (muuuuito melhor que o Shout!!), de cachorro, de xx de cachorro, de vômito das crianças...

Pegou um cachorro no colo ou um bb vomitou no seu colo e ficou fedido bem na hora de sair? Espirre a misturinha num pano que não solte pelo (uso o Duramax) e passe na roupa, ou espirre diretamente na roupa e tire o excesso. Pronto!

Experimente limpar os estofados e teto do carro, principalmente quem fuma no carro, vc não vai acreditar no resultado, limpa e desamarela o teto sem muito esforço.

Também pode limpar bancadas, interior de armários, pisos...enfim, tudo!

Vc pode variar o cheiro, e usar sem cheiro nenhum na cozinha.

Gosto muitissimo do amaciante concentrado Comfort erva doce e aloe vera, o cheiro é maravilhoso.

Sugiro não exagerar nos compostos. Bicarbonato demais vai deixar resíduos, amaciante demais deixa meio ensebado e vinagre demais deixa o cheiro de vinagre.

Aqui em casa sempre tenho um recipiente de 1 litro em spray com a misturinha para borrifar e se quiser passar no chão pra limpar com o rodo mágico abro o recipiente e jogo direto no chão.

Passe adiante, só conservamos o que temos dividindo-o com os outros

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Como procurar a Igreja de Cristo?


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Criado em Sexta, 03 Maio 2013 14:11
Escrito por Michelle Arnold
Acessos: 61





Muitos anos atrás, quando eu estava no processo de conversão ao catolicismo, eu li “catolicismo e fundamentalismo”, escrito pelo fundador de um site de apologética católica, Karl Keating. Constava naquele livro uma citação do Bispo Fulton Sheen, que é reconhecido por frequentemente discutir o fenômeno da intolerância anticatólica: não existem mais que cem pessoas nos Estados Unidos que odeiam a Igreja Católica, existem milhões, que de forma equivocada, odeiam a Igreja porque pensam que ela ensina coisas que na verdade não são ensinadas- que, naturalmente, uma coisa é bem diferente da outra. Dizer o que a Igreja ensina é uma coisa, agora, imaginar que a Igreja ensina assim ou assado é outra coisa... Como alias, se nós católicos acreditamos em todas as inverdades e mentiras que são ditas contra a Igreja, nós odiaríamos a Igreja muito mais que eles.

Quando eu leio uma declaração sobre uma pessoa famosa, eu sempre procuro uma nota de roda pé, e Karl, no seu livro, providenciou uma. Na hora, eu não pensei muito sobre o assunto. Simplesmente continuei lendo sobre a diferença entre a crença Católica e a crença dos Protestantes Fundamentalistas.

Alguns anos mais tarde, a internet explodiu e eu comecei a ver essas citações (que na hora da leitura tinha ignorado) em todos os lugares, até mesmo como “memes” no facebook; era mencionado nos debates virtuais e correia pelos e-mails. O problema é que nunca vi a tal citação trabalhada da mesma forma que foi no livro. O número de pesquisas usando as palavras que o Bispo Sheen tinha dito era enorme.

Finalmente, eu decidi que tinha que rastrear a citação. Mas já fazia muito tempo que tinha visto a tal citação e não conseguia mais a encontrar. Depois de semanas pesquisando em livros de anticatolicismo, que pensava que lá eu poderia achar, eu achei a citação do Bispo... e me lembrei que Karl tinha citado a fonte original.

Você poderia pesquisar e pesquisar nos livros que você não encontraria. Isso porque a citação é parte de um prefacio que o Bispo escreveu para a “Radio Replies”, ao terceiro volume de perguntas e respostas sobre fé Católica, do Padre Leslie Rumble e Charles Carty, padre apologista do século XX. O prefacio é bastante longo, mas vale a pena ler na integra. Minha parte favorita do prefacio é quando Sheen argumenta sobre uma “marca” não oficial da Igreja de Cristo que seria odiada pelo mundo:

Se eu não fosse católico e estivesse procurando a verdadeira Igreja hoje, eu poderia procurar uma igreja que não se desse bem com esse mundo, em outras palavras, eu procuraria a igreja que o mundo odeia. Minha razão para tal atitude é que se Cristo está em todas as igrejas do mundo, ainda assim ele continuaria sendo odiado como ele foi quando esteve corporalmente presente entre nós. Se você se encontrasse com Cristo hoje, então encontraria a Igreja que não se dá bem com esse mundo.

Procure a Igreja que é odiada no mundo como Cristo também foi. Procure a Igreja que é acusada de ser ultrapassada, como Cristo foi acusado de ser ignorante. Procure a Igreja que os homens escarneiam como se fosse uma sociedade inferior, assim como acusaram Cristo de ser Nazareno. Procure a Igreja que é acusada de ter um demônio como Cristo também foi acusado de estar possuído por Belzebu, o príncipe dos demônios. Procure a Igreja que, em tempos de fanatismo, os homens dizem que deve ser destruída, como crucificaram Cristo e achavam que estavam fazendo isso para agradar a Deus. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo porque ela afirma ser um pilar infalível, como rejeitaram a Cristo quando Ele afirmou ser a Verdade. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo, da mesma forma que Cristo foi rejeitado pelos homens.

Procure a Igreja que em meio à confusão de conflito de opiniões por seus membros, é a Igreja amada de Cristo e o rebanho que  respeita a voz do seu Pastor. 

Só o que é propriamente divino pode ser infinitamente amado e odiado. A Igreja é divina (Rádio Replies, vol. 1, prefácio, p. Ix, ligeiramente editados para facilitar a leitura).

Termino o artigo afirmando mais uma vez: procurem a Igreja Católica.

** Traduzido para o Veritatis Splendor por Thiago Rodrigo da Silva. Do original em inglês "Quotes and Rumors of Quotes", do website Catholic Answers.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

INDIOS BRASILEIROS MATANDO OS PROPRIOS FILHOS?


02/05/2013
 às 4:34

Os índios, a cultura da morte e os poetas do infanticídio. Ou: Ninguém vai dar beijo na boca para salvar os curumins?

Vivemos dias, como sabem, da mais absoluta inversão moral. Um deputado como Osmar Terra (PMDB-RS), que propõe uma lei mais dura contra o tráfico, é tratado pela imprensa como bandido. É achincalhado, convoca-se um batalhão para dar opiniões e escrever artigos contra a sua proposta e lhe cassam a palavra. Já um outro, como o petista Paulo Teixeira (SP), que acha que um estoque de drogas para até 10 dias de consumo deve ser considerado legal (e isso é tráfico, claro!) é visto como herói, é paparicado, é tratado como pensador. Assim, ninguém aqui vai estranhar muito, embora possa ser estupefaciente, ao saber que uma entidade que salva crianças indígenas do infanticídio está sendo perseguida pelo Estado brasileiro. Vamos ver.
Num dos textos que escrevi textos que escrevi sobre o tal Beto, aquele senhor que, por distração da Igreja, ainda era seu sacerdote, afirmei que a cultura politicamente correta dos nossos dias convive bem com o infanticídio praticado por tribos ianomâmis, mas acha absurdo que a Igreja Católica cultive alguns valores sobre a família. Citei o caso dos ianomâmis, mas atenção!, há pelo menos 20 etnias no Brasil que ainda matam suas crianças, sob o olhar cúmplice da Funai e do Ministério da Justiça. Certa “antropologia” acha que o “homem branco” não tem de se meter. Em nome do multiculturalismo, considera-se um “direito” matar infantes. As situações que “justificam” a sentença são as mais variadas: deficiência física, nascimento de gêmeos (um tem de ser morto), filho de mãe solteira… E vai por aí.
Recebi um comentário enviado por Damares Alves, que é pastora da Igreja do Evangelho Quadrangular, advogada e assessora parlamentar. Ela é fundadora e dirigente de uma entidade chamada Movimento ATINI-Voz Pela Vida, que intervém, salva e cuida de crianças condenadas. Também é preciso dar abrigo às famílias, que, para salvar seus filhos, são obrigadas, muitas vezes, a deixar a comunidade. Resultado: o ATINI está sendo perseguido pelo Estado brasileiro. É isto mesmo: quem salva vidas é obrigado a se explicar!
Damares está diretamente envolvida com o projeto, trabalho que é severamente combatido pela Funai. A fundação e alguns de seus aloprados acham que a intervenção descaracteriza a cultura dos índios. Leiam trecho da mensagem de Damares. Volto em seguida.
Reinaldo,
Não dá mais para viver neste país sem ler seu blog todos os dias. Que bom que você, novamente, tocou no assunto infanticídio em áreas indígenas! Faz tempo que queremos convidá-lo a conhecer alguns pais indígenas que, contando com apoio de pessoas corajosas, lutaram para salvar seus filhos do infanticídio. Então fica registrado o convite. Venha e descobrirá como estão lindas as crianças, algumas já são adolescentes. Venha passar uma tarde conosco, em nossa instituição. Venha jogar bola com elas (se prepare para perder), venha ver como elas estão felizes. Mas venha também degustar comidas indígenas com os adultos — claro que, em nosso cardápio, temos formigas vivas para lhe servir. Tem coragem?
Aproveito para lhe recomendar o documentário “Quebrando o Silêncio”, da cineasta Sandra Terena, onde ela, como indígena, apresenta imagens e depoimentos provando que o infanticídio ocorre também em outras etnias e que os índios amam seus filhos e querem ajuda para não mais eliminá-los, mesmo que alguns “intelectuais” digam que os índios devem continuar matando seus filhos. Por ajudar os indígenas a salvar as crianças o Movimento ATINI-Voz Pela Vida (www.atini.org/), do qual sou uma das fundadoras, responde a inquéritos na Polícia Federal, e algumas pessoas que voluntariamente acolheram crianças em suas casas também estão sendo ameaçadas.
(…)
Reinaldo, mais uma vez parabéns pela sua coragem. Obrigada por sempre lembrar dos pequenos curumins, Que o Grande Tupã o abençoe!
Damares Alves
Sou grato a Damares pelas palavras gentis, mas terei de declinar das formigas vivas… Não rola, assim, uma farinha de mandioca com água, hehe? Brincadeira à parte, Damares certamente cita o caso das formigas para deixar claro que, ao salvar uma criança, ninguém está querendo mudar os hábitos indígenas. Ademais, em nome de que teoria, é sustentável a tese de que as culturas indígenas estão proibidas de operar mudanças?
O direito à vida é um valor universal protegido pela nossa Constituição. Assim, o infanticídio, se praticado em território brasileiro, é crime. E ponto final. Ainda que índios não-aculturados sejam inimputáveis (e é bom deixar claro que o infanticídio persiste mesmo em tribos que já descobriram o mundo moderno…), é evidente que os agentes da Funai não são. Se há conivência — E HÁ — com essa prática, estão praticando crimes.
A comissão antes de Feliciano
A questão chegou à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, nos tempos pré-Feliciano, quando aquilo, a dar crédito aos nossos jornais, era um antro de humanistas de esquerda. Em 2007, o deputado Henrique Afonso, do PV do Acre, apresentou um projeto de lei que punia os funcionários públicos que fossem coniventes com o assassinato de crianças indígenas. Responderiam por crime de omissão de socorro.
A Funai e alguns antropólogos pressionaram. Os esquerdistas da comissão, então, decidiram adiar o debate por quatro anos. Em 2011, a questão voltou. O texto de Afonso foi substituído por outro, da deputada petista Janete Pietá (PT-SP). Acabou-se com a possibilidade de punir os servidores públicos brasileiros que, rasgando a Constituição, forem coniventes com o crime. Janete, com aquela pureza d’alma muito própria dos petistas, deu, então, a seguinte declaração: “A tradição de sacrificar crianças é mantida por poucas comunidades. O Brasil tem mais de 200 povos indígenas. Se isso ainda ocorrer em 20, são apenas 10%.” Entenderam? Para a deputada petista, desde que não seja muito infanticídio, mas só um pouco, então tudo bem.
Ninguém deu bola para a sua declaração. Não teve selinho. Quando a comissão, em suma, nos tempos pré-Feliciano, deu aval branco para matar criancinhas em nome da preservação da cultura indígena (só em 10% das comunidades, né, deputada?), ninguém foi lá invadir a Câmara, subir na mesa, sapatear.
Criancinha assassinada não faz lobby na imprensa.
Por Reinaldo Azevedo